Livros | Lidos em Fevereiro

Oi pessoal, tudo bem com vocês? Hoje é a primeira vez que eu posto aqui no blog os livros que eu li durante o mês. Já comentei que tenho o Skoob e, este ano, estou mantendo minhas leituras atualizadas por lá, então, fiquem à vontade para me seguir/adicionar, beleza?

Eu assumo que leio devagar. Melhor que seja devagar e sempre do que nunca, não é verdade? Leio em  uma velocidade que é confortável para mim e leio por prazer, sendo assim, não tenho pressa. Eu tenho sim o objetivo de ler mais livros em menos tempo, mas acredito que esse hábito eu vou adquirir com o tempo.

No mês de fevereiro eu consegui ler 4 livros maravilhosos. Continue lendo para saber quais foram estes livros ♥

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Resenha | Caixa de Pássaros – Josh Malerman

Seu maior monstro é o seu próprio medo. Sua única defesa, é sua audição.
Você não pode mais olhar, só pode escutar. Um ruído pode significar a sua morte.
O que fazer agora?
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É assim que os personagens de Caixa de Pássaros vivem, com medo do que não podem ver.

Romance de estreia de Josh Malerman, Caixa de pássaros é um thriller psicológico tenso e aterrorizante, que explora a essência do medo. Uma história que vai deixar você, leitor, completamente sem fôlego mesmo depois de terminar de ler. Skoob.

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Resenha | Extraordinário

August Pullman, tem só 10 anos, mora com seus pais, sua irmã e sua cadelinha. Desde que nasceu, ele passou por diversas cirurgias e como consequência do enorme tempo que ele passou se recuperando, ele nunca foi a escola. August ou Auggie, nasceu com uma doença rara. Trata-se de uma síndrome genética que lhe causou uma séria deformidade no rosto, quando ainda estava no útero de sua mãe, somada a sabe-se-lá-o-quê que a ciência não sabe nomear…

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“Os olhos dele ficam cerca de dois centímetros abaixo de onde deveriam, quase no meio das bochechas. São caídos, formando um ângulo acentuado, quase como se alguém tivesse aberto duas fendas diagonais em seu rosto, e o esquerdo é claramente mais baixo que o direito. E são esbugalhados, porque as cavidades oculares são pequenas demais para comportá-los. As pálpebras superiores ficam sempre meio fechadas, como se ele estivesse adormecendo. As inferiores são tão caídas que até parece que um fio invisível as puxa pra baixo: dá pra ver a parte interna, vermelha, como se a pele estivesse do avesso.”

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